Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: dicas para funcionar bem

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Para quem não conhece bem o universo da comunicação até pode pensar que a assessoria e a mídia andam lado a lado. De fato, os assessores precisam do espaço dos veículos para divulgarem seus clientes e assessorados. Já os jornalistas têm muito a ganhar por terem o contato de assessores de diversas áreas.

Porém, mesmo essa relação sendo vantajosa para ambos os lados, ela pode ter ruídos. Ou seja, um lado pode não atender o outro, por inúmeras razões. Então, que tal minimizar esse risco e fazer a comunicação com a mídia ser mais efetiva — e, assim, trazer mais resultados? Saiba mais!

Interesse dos jornalistas

A produção e envio de releases é, sem dúvida, uma das bases da assessoria de imprensa e do relacionamento com a mídia. Mas, não basta enviar qualquer tema para qualquer jornalista.

Da mesma forma que os veículos têm editorias definidas, os repórteres também possuem suas preferências e formas de trabalhar. Há jornalistas que atuam com economia e só publicam matérias relacionadas à pequenas e médias empresas. Enquanto existem outros que preferem tratar da macro economia e das decisões políticas que afetam as finanças.

Portanto, para evitar desgastes e a famosa “pauta desperdiçada”, é importante estudar o veículo e o profissional que irá atendê-lo. A própria forma de abordá-lo já pode garantir que o e-mail seja lido ou não. Se o jornalista escreve de maneira mais informal, a seriedade excessiva do assessor pode deixar a relação mais fria e distante.

Conteúdos relevantes

O release pode ser muito bem escrito, o jornalista pode ser muito solicito e a editoria a mais adequada…mas, se o conteúdo não for relevante, as chances de a pauta ir para frente são mínimas.

É importante que o assessor pense na utilidade jornalística do que pretende divulgar, mais até do que no interesse do cliente. Claro, a pauta só existe porque há um interessado por trás. No entanto, essa informação precisa despertar a atenção do público final.

Se o jornalista receber um release sobre uma empresa que pintou as paredes de amarelo, provavelmente não dará atenção. Afinal, o único interessado nisso é a própria empresa e, no máximo, os seus colaboradores. Por outro lado, se uma companhia contratar um artista para pintar a sua fachada e impactar a impressão dos clientes da loja — sendo, portanto, um case empresarial — aí, sim, a mídia poderá dar valor.

Compreensão necessária

Por melhor que a pauta seja, o jornalista não é obrigado a publicar qualquer tipo de matéria. E cobrar uma publicação só irá trazer desgaste e frustração.

Caso um jornalista prometa levar uma pauta adiante e não publique, o assessor deve respirar e manter a calma. Muitas vezes, a não-divulgação ocorre por uma vontade alheia a do jornalista, como a do próprio editor. Ou, então, o próprio repórter pode ter tido um contratempo e não pode apurar as informações da forma como gostaria.

Em situações como essa, vale mais a pena apostar em um plano B, como ir atrás de outros veículos e jornalistas. Também é importante manter contato com o jornalista que deixou de fazer a matéria, para saber o que houve e manter o networking. Lembre-se de que bons relacionamentos mantidos hoje podem trazer frutos amanhã.

Networking é o segredo

Como falamos anteriormente, mesmo quando a pauta não vingar, é importante manter o contato do jornalista. Isso faz parte do networking, isto é, rede de contatos que os assessores devem manter se quiserem ter sempre matérias na mídia.

Além disso, o networking pode ser feito em eventos, palestras e nas próprias redes sociais. Atualmente, grande parte dos jornalistas encontra fontes para as suas matérias em grupos do Facebook. Portanto, oportunidades não faltam para estreitar o relacionamento com a mídia.

Agora que você sabe mais sobre a assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia, que tal conhecer uma agência que traz resultados de verdade para as empresas? Conheça a MGA Press e agende um bate-papo para explicarmos tudo o que fazemos por aqui 🙂

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