7 ações de Marketing que vão entrar para a história durante o Coronavírus

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O novo Coronavírus trouxe uma brusca mudança para a sociedade mundial, seja pelo confinamento involuntário que propõe, seja por flutuações econômicos nas bolsas de valores. 

A escassez de alimentos em supermercados, com prateleiras vazias, demonstram claramente o nível de preocupação e de certa forma um “pânico” da população em poder ficar sem comprar nem os alimentos essenciais à sobrevivência.

Nesse cenário caótico em que vivemos hoje, sem previsão para terminar, muitos sãos as áreas afetadas pela Covid-19. Mas, qual a relação entre o marketing e o coronavírus nisso tudo? Muita coisa.

As marcas não só foram afetadas pela pandemia, como o KFC que teve de tirar uma campanha do ar, como também se aproveitaram da oportunidade para criar coisas novas, ações de oportunidade.

Esse artigo se propõe a comentar algumas dessas implicações do coronavírus no marketing, seja pelo lado do impacto ou pelo lado de ações feitas para tirar vantagem. Portanto, os exemplos dados a partir da próxima secção, compilam exemplos do Brasil e do mundo. Acompanhe a partir de agora. 

Qual é a relação entre o coronavírus e o marketing?

Antes de conhecermos o que algumas marcas têm feito frente ao coronavírus, é importante enfatizar que nem todas foram afetas. Muito pelo contrário, essas viram até o seu produto se esgotar das prateleiras dos supermercados, como é o caso das marcas de álcool gel, por exemplo. Tendo dito isso, vamos às ações de marketing frente ao coronavírus. 

  1. Lysol

Importante marca de desinfetante em spray, o Lysol viu suas vendas subirem 32% em relação ao ano passado, segundo dados da Nielsen. Esse é um daqueles produtos importantes que já se encontram em falta nos maiores hipermercados do Estados Unidos. 

 

Nas suas redes sociais, a marca lidera as menções de seu nome, tendo atingido mais de 100 mil desde janeiro. Em 27 de fevereiro tiveram o seu pico, com 7 mil menções. Em sua página no Facebook, por exemplo, fez uma ação de marketing promovendo diferentes maneiras de mantê-lo controlado (veja imagem acima).

2. Netflix

Ao ler o nome desta marca você provavelmente já deve ter entendido o que vou relatar a seguir. Com pessoas em casa, reclusas, sem contacto social, os serviços de streaming são de fato a melhor opção de entretenimento.

Esse não é um case de alguma ação de marketing específica, pois a própria situação reforça indiretamente a sua notoriedade e alcance mundial. O aumento do número de assinaturas fez com que a Netflix alcançasse facilmente a previsão de novas assinaturas para o primeiro trimestre. Segundo David Miller, analista da Imperial Capital, o isolamento social trará 7,5 milhões de novos assinantes no primeiro trimestre.

Além disso, as ações da empresa subiram 5% em relação aos mesmos 5% de queda do setor. A tendência para as próximas semanas são de subir ainda mais. 

3. Corona

Por carregar o mesmo nome que o vírus, a cerveja Corona acabou por ver sua marca envolvida em diversos memes e analogias com o vírus. Por isso, como era de se esperar, houve um impacto dos dois lados. 

De um lado perdeu mercado na China, pois com a diminuição da demanda perdeu cerca de 170 milhões de dólares em lucro, só nos primeiros dois meses do ano. Já nos Estados Unidos, 38% dos Americanos afirmaram em resposta a pesquisas que não comprariam Corona sob nenhuma hipótese nesse momento. 

Por outro Lado, Bill Newlands, CEO da Constellation Brands (detentora da marca), diz que houve de fato um incremento nas vendas de 5% nas quatro semanas que antecederam o 16 de fevereiro. 

4. KFC

Esse é um daqueles casos que mostram que a publicidade não é apenas positiva, existe o seu lado reverso. O KFC foi obrigado a retirar do ar um vídeo em que pessoas lambiam os dedos no Reino Unido. Obviamente, em tempos onde os cuidados de higiene pessoal tem que ser redobrados, uma campanha assim revoltou muita gente. 

Foram cerca de 160 reclamações recebidas pelo Advertising Stardards Authority, o Conar do Reino Unido. A irresponsabilidade foi um dos pontos de queixa, pois o anúncio acaba por incitar uma ação de propagação do vírus, como mo tocar no rosto. 

5. Ministério da Saúde Brasileiro

Pensando nas fake news que se espalham sobre o coronavírus, o Ministério da Saúde do Brasil, em parceria com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Organização Pan-Americana de saúde (OPAN) e o Laboratório de Inovação Tecnológica e Saúde (LAIS) da UFRN criou um curso online para esclarecimentos sobre vírus respiratórios, inclusive o Covid-19. 

Intitulado “Vírus Respiratórios Emergentes, Incluindo o Covid-19” o curso tem 4 módulos que descrevem como se dá o contágio de vírus respiratórios e como combater.

Segundo comunicado do Ministério da Saúde “Este curso fornece uma introdução geral ao COVID-19 e vírus respiratórios emergentes. O curso destina-se aos profissionais de saúde pública, gerentes de incidentes e pessoas que trabalham para as Nações Unidas, organizações internacionais e ONGs, além da população em geral”. 

6.Google

Diante dessa situação de pandemia, muitas empresas estão liberando os seus funcionários para trabalhar remotamente. Foi pensando nisso que a Google, em uma grande ação de marketing frente ao coronavírus, liberou gratuitamente algumas de suas ferramentas de produtividade. 

Dentre elas estão o Gmail, Calendário, Drive, Classroom, Hangouts Meet e Hangouts Chat, além do G Suite for Education. Em post no seu blog corporativo, a Google informa que em países como Hong Kong, Vietnã e Itália, onde o contágio tomou grandes proporções, as escolas foram fechadas, mas os estudos puderam ser mantidos por essas ferramentas. 

É ainda importante lembrar que os recursos avançados de videoconfrência como o Hangouts Meet passou a ser gratuito para todos os clientes do G Suite e G Suite for Education. 

7. Mercado Livre

A essa altura todos sabem que a principal fonte de contágio do vírus se dá pelo aperto de mãos. Por isso, o Mercado Livre lançou recentemente uma grande ação de marketing no combate ao coronavírus. 

Durante o fim da noite de segunda-feira (16/03) o Mercado Livre deu um pequeno ajuste ao seu famoso logo onde duas mãos se cumprimentam, passando a retratar o cumprimento entre dois cotovelos, conforme imagem acima. Conjuntamente com a troca temporária do logo, veio o ajuste do slogan que agora diz: “Juntos de mãos dadas, ou não”

 

Conclusão

Conforme mostramos nesse artigo, o novo coronavírus, transmitido pela Covid-19, trouxe imensas mudanças na forma como interagimos enquanto indivíduos, mas também mexeu com fatores externos como a economia. 

Assim, grandes marcas mundiais se viram impactadas, seja positiva ou negativamente. Por outro lado, algumas tiveram de recorrer a ações de marketing para combater o coronavírus. Aqui, nesse post, reunimos um pouco de tudo para te manter informado sobre o que o marketing tem feito face à pandemia.

Entretanto, em um momento como esse, também é importante reforçar que uma assessoria de imprensa dedicada apresenta-se como solução ideal, principalmente para os casos onde a repercussão é negativa. 

Por isso, entre em contato com a MGA Press, Assessoria de Imprensa, e veja o que podemos fazer pela sua marca nesse momento.