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Durante mais de duas décadas, uma das principais regras do marketing digital foi simples: quem aparecia no Google recebia o clique.
Empresas investiram em SEO para conquistar as primeiras posições. Publishers produziram milhares de conteúdos para disputar tráfego orgânico. Marcas criaram blogs, guias, páginas de produto e conteúdos orientados por palavras-chave.
A lógica era conhecida:
busca → resultado → clique → site → conversão.
Mas essa lógica está mudando.
A inteligência artificial está transformando os mecanismos de busca em ambientes cada vez mais capazes de interpretar perguntas, cruzar informações e entregar respostas diretamente ao usuário.
Em vez de receber apenas uma lista de links, o consumidor pode fazer uma pergunta complexa e obter uma resposta sintetizada a partir de diferentes fontes.
Isso muda uma questão fundamental para o marketing:
uma marca pode ganhar visibilidade mesmo quando o usuário não clica em seu site.
Essa transformação já acontece com recursos como AI Overviews e AI Mode, do Google, além de plataformas generativas como ChatGPT, Gemini e Claude.
E os primeiros estudos sobre o comportamento dos usuários começam a mostrar o impacto dessa mudança.
Um experimento de campo publicado em agosto de 2026, com 1.100 participantes, encontrou redução nos cliques para publishers quando os usuários utilizaram experiências de busca com inteligência artificial. No cenário exclusivamente com AI Mode, os pesquisadores também observaram impactos negativos na percepção da experiência e na confiança nas informações encontradas.
Outro estudo, também publicado em agosto, analisou dados de navegação de 900 adultos nos Estados Unidos e encontrou uma taxa de aproximadamente 1% de cliques nas fontes citadas dentro das AI Overviews nas visitas às páginas que apresentavam essas respostas.
Os números não significam que o SEO morreu.
Significam algo mais importante:
estar visível na busca já não significa necessariamente receber uma visita.
E essa mudança abre espaço para uma nova disciplina: GEO — Generative Engine Optimization.
O Google está deixando de ser apenas uma lista de links
Durante muito tempo, o Google funcionou como um grande índice da internet.
O usuário fazia uma pesquisa.
O mecanismo apresentava os resultados.
O usuário escolhia um link.
E o site recebia a visita.
Foi esse modelo que ajudou a transformar o SEO em uma das principais disciplinas do marketing digital.
A lógica era otimizar páginas para determinadas palavras-chave e conquistar posições melhores nos resultados de busca.
Agora, existe uma nova camada.
O mecanismo pode interpretar a intenção do usuário, consultar diferentes fontes, organizar informações e apresentar uma resposta diretamente na interface.
O usuário ainda pode acessar os sites utilizados como referência.
Mas isso deixa de ser necessariamente o próximo passo.
A pergunta para as marcas passa a ser outra:
“Minha empresa está sendo considerada pela inteligência artificial quando alguém pergunta sobre o meu mercado?”
Essa é uma mudança importante porque desloca parte da disputa de posição para presença.
A busca está ficando mais conversacional
A transformação não está apenas na forma como os resultados são apresentados.
As próprias perguntas estão mudando.
Em uma busca tradicional, alguém poderia pesquisar:
“melhor CRM para pequenas empresas”
Em uma experiência generativa, a pergunta pode ser:
“Tenho uma empresa com 30 funcionários, uma equipe comercial pequena e preciso organizar meus leads. Qual CRM faz mais sentido para minha realidade e por quê?”
A segunda pergunta apresenta contexto, restrições e intenção.
É mais próxima de uma conversa do que de uma pesquisa por palavra-chave.
Isso exige que as marcas pensem além da otimização de páginas.
É necessário construir uma presença capaz de responder a diferentes perguntas relacionadas ao negócio.
E é justamente nesse ponto que SEO e GEO começam a se aproximar.
O que é GEO?
GEO significa Generative Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos Generativos.
Enquanto o SEO tradicional busca aumentar a visibilidade de páginas nos mecanismos de busca, o GEO trabalha a presença e a relevância de marcas, empresas, produtos, especialistas e conteúdos em ambientes de inteligência artificial generativa.
A pergunta deixa de ser apenas:
“Como faço minha página aparecer no Google?”
E passa a incluir:
“Como faço minha marca ser considerada quando alguém pergunta sobre o meu mercado para uma inteligência artificial?”
No SEO, a página é uma das principais unidades de análise.
No GEO, a análise é mais ampla.
É necessário observar:
- marca;
- entidades;
- especialistas;
- conteúdos;
- fontes;
- reputação;
- menções;
- concorrentes;
- dados;
- contexto;
- presença em diferentes ambientes digitais.
O objetivo não é simplesmente produzir mais conteúdo.
É construir um ecossistema de informação suficientemente consistente para que a marca tenha relevância nas respostas generativas.
GEO substitui SEO?
Não. GEO não substitui SEO.
Essa é uma das principais confusões em torno do tema.
SEO continua sendo fundamental para garantir que sites e conteúdos sejam encontrados, rastreados, indexados e compreendidos pelos mecanismos de busca.
O próprio Google continua destacando a importância de conteúdos originais e de fontes relevantes em suas experiências de busca com inteligência artificial.
Por isso, a estratégia não deve ser:
SEO ou GEO.
A tendência é:
SEO + conteúdo + autoridade + PR + GEO.
Cada disciplina cumpre uma função diferente.
O SEO ajuda a construir encontrabilidade.
O conteúdo ajuda a responder perguntas.
A assessoria de imprensa ajuda a construir autoridade e presença em fontes externas.
E o GEO ajuda a entender como a marca aparece e é interpretada nos ambientes generativos.
Por que a autoridade externa ganhou importância?
Imagine duas empresas.
A primeira possui um site bem otimizado, publica dezenas de artigos por mês e fala constantemente sobre seus próprios produtos.
A segunda também produz conteúdo, mas aparece em reportagens, entrevistas, estudos, podcasts, veículos especializados e publicações de terceiros.
A diferença é simples:
outras pessoas estão falando sobre a segunda empresa.
Isso cria um ecossistema de referências externas.
E essa presença pode ser particularmente relevante em um ambiente em que sistemas generativos precisam selecionar, interpretar e combinar informações provenientes de diferentes fontes.
Uma pesquisa acadêmica publicada em 2026 sobre AI Overviews encontrou que uma parcela relevante dos domínios utilizados como fontes nas respostas não aparecia sequer na primeira página tradicional do Google.
O dado reforça uma questão importante:
estar bem posicionado no Google não explica sozinho quais fontes serão utilizadas em uma resposta generativa.
Assessoria de imprensa ajuda no GEO?
Sim, a assessoria de imprensa pode contribuir para uma estratégia de GEO — mas não existe garantia de que uma matéria fará uma IA recomendar determinada marca.
A relação está na construção de autoridade e presença externa.
Durante muito tempo, empresas contrataram assessoria de imprensa para:
- conquistar matérias;
- aumentar reconhecimento;
- posicionar executivos;
- gerar entrevistas;
- fortalecer reputação;
- divulgar produtos e serviços;
- construir relacionamento com jornalistas.
Tudo isso continua relevante.
Mas existe uma nova camada.
Cada reportagem publicada cria uma nova referência pública sobre determinada empresa.
Um executivo pode ser citado como especialista.
Uma pesquisa pode ser utilizada por um jornalista.
Um fundador pode participar de uma entrevista.
Uma empresa pode ser mencionada em uma reportagem sobre seu setor.
Um produto pode aparecer em uma matéria especializada.
Essas referências passam a fazer parte do ecossistema de informação disponível na internet.
É aí que PR e GEO podem trabalhar de maneira complementar.
A assessoria de imprensa ajuda a construir presença em fontes externas.
O GEO ajuda a monitorar como essa presença aparece nos mecanismos generativos.
Na prática, a estratégia deixa de ser apenas conquistar uma matéria.
Passa a ser também construir autoridade recorrente.
De “ser clicado” para “ser considerado”
Essa talvez seja uma das maiores mudanças conceituais do novo marketing digital.
Durante anos, uma empresa poderia perguntar:
“Quantas pessoas chegaram ao meu site pelo Google?”
Agora existe uma pergunta adicional:
“Quantas vezes minha marca foi considerada nas respostas geradas por inteligência artificial?”
Ainda não existe um padrão universal para medir presença em mecanismos generativos.
Mas as empresas já podem acompanhar indicadores como:
- frequência de menções;
- citações;
- recomendações;
- presença em perguntas estratégicas;
- concorrentes apresentados;
- fontes utilizadas;
- posicionamento da marca;
- percepção sobre a empresa;
- evolução da presença ao longo do tempo.
Imagine, por exemplo, uma pessoa perguntando:
“Quais são as principais empresas brasileiras de assessoria de imprensa?”
Se uma IA apresentar sua empresa entre as opções, você conquistou uma exposição importante.
O usuário pode clicar.
Mas também pode simplesmente registrar aquela informação e pesquisar sua empresa posteriormente.
A jornada de compra começou antes da visita ao site.
O conteúdo também precisa mudar
A expansão da inteligência artificial aumenta a importância de conteúdos realmente úteis.
Não basta publicar dezenas de textos genéricos sobre uma mesma palavra-chave.
As marcas precisam produzir ativos que tenham:
- dados próprios;
- pesquisas;
- especialistas;
- informações originais;
- experiências reais;
- exemplos;
- opiniões qualificadas;
- contexto;
- fontes confiáveis.
Uma pesquisa proprietária, por exemplo, pode gerar diferentes ativos:
pesquisa → release → reportagem → entrevista → artigo → LinkedIn → vídeo → fonte para IA.
Isso transforma um único ativo intelectual em diversas manifestações de comunicação.
E cria algo que é cada vez mais valioso: uma rede de referências sobre a marca.
A imprensa pode se tornar ainda mais importante na era da IA
Existe uma aparente contradição.
Se os mecanismos de busca estão gerando respostas e reduzindo alguns cliques, por que a imprensa continuaria sendo importante?
Porque o valor de uma matéria nunca esteve apenas no tráfego.
Uma publicação pode contribuir para:
- reputação;
- autoridade;
- reconhecimento;
- validação;
- descoberta;
- relacionamento;
- posicionamento;
- construção de marca.
Na era da IA, existe ainda uma possibilidade adicional: contribuir para o conjunto de informações públicas que os sistemas generativos podem encontrar e considerar.
Isso não significa que uma matéria automaticamente fará uma empresa aparecer no ChatGPT, Gemini ou Google.
Não fará.
Os mecanismos utilizam sistemas complexos, múltiplas fontes e critérios que mudam constantemente.
Mas significa que comunicação, conteúdo, SEO e GEO precisam começar a ser pensados de maneira integrada.
O novo papel da assessoria de imprensa
A transformação também muda o papel das agências de comunicação.
A assessoria de imprensa tradicionalmente trabalha para gerar exposição.
O desafio agora é construir presença recorrente e autoridade.
Isso significa transformar executivos em fontes.
Criar pesquisas.
Desenvolver pautas baseadas em dados.
Produzir conteúdos proprietários.
Buscar oportunidades editoriais.
Construir relacionamento com jornalistas.
E, ao mesmo tempo, acompanhar como a marca aparece nas respostas generativas.
Na MGAPress, essa integração entre Relações Públicas, conteúdo e GEO é justamente uma das frentes que estamos desenvolvendo.
A lógica é simples: não basta perguntar quantas matérias uma empresa conquistou.
Também é preciso entender o que essas matérias estão construindo em torno da marca.
Como começar uma estratégia de GEO?
Uma estratégia de GEO não começa necessariamente produzindo mais conteúdo.
Começa entendendo como a marca aparece hoje.
Um processo básico pode envolver cinco etapas.
1. Mapear as perguntas estratégicas
Quais perguntas seu público faz antes de comprar?
Quais termos utiliza?
Quais comparações realiza?
Quais problemas tenta resolver?
2. Analisar a presença atual
Testar a marca em diferentes mecanismos generativos e identificar:
- quando aparece;
- quando não aparece;
- quais concorrentes aparecem;
- quais fontes são utilizadas;
- quais informações são associadas à empresa.
3. Identificar lacunas
Talvez sua empresa seja reconhecida em uma categoria, mas não apareça em comparações.
Talvez seja citada quando alguém pergunta sobre um produto, mas não quando a pergunta envolve fornecedores.
Essas lacunas são oportunidades.
4. Construir autoridade
Criar conteúdos próprios, estudos, pesquisas, entrevistas, artigos e presença editorial.
Aqui, a assessoria de imprensa pode ter um papel estratégico.
5. Monitorar continuamente
GEO não deve ser tratado como uma ação pontual.
As respostas mudam.
Os concorrentes mudam.
As fontes mudam.
Os modelos mudam.
Por isso, o acompanhamento precisa ser recorrente.
O novo funil do marketing
Durante muito tempo, o funil digital podia ser resumido assim:
busca → clique → site → conversão.
Agora, podemos imaginar:
pergunta → resposta → consideração → clique ou decisão.
Essa diferença é enorme.
A marca precisa estar presente antes de o consumidor necessariamente entrar em seu site.
Imagine alguém que ainda não conhece sua empresa.
Ele pergunta a uma inteligência artificial:
“Quais são as melhores empresas para resolver esse problema?”
Se sua marca aparece, você entrou na consideração.
Depois, o consumidor pode clicar.
Pode pesquisar sua empresa.
Pode visitar seu site.
Pode procurar avaliações.
Ou pode simplesmente guardar aquela informação para outro momento.
O primeiro contato já aconteceu.
O marketing precisa otimizar para a resposta
Essa talvez seja a principal conclusão dessa transformação.
Durante anos, profissionais de marketing foram treinados para otimizar páginas.
Agora, as marcas precisam pensar também em otimizar sua presença no ecossistema de respostas.
Isso não significa criar conteúdos artificiais para tentar manipular mecanismos de IA.
Significa construir uma presença digital consistente.
Ter informações claras.
Produzir dados.
Ser citado por fontes relevantes.
Desenvolver especialistas.
Publicar pesquisas.
Manter conteúdos atualizados.
Construir autoridade.
E monitorar como a marca aparece quando seu público faz perguntas relevantes.
O que acontece com o profissional de SEO?
O profissional de SEO não vai desaparecer.
Mas seu trabalho tende a ficar mais amplo.
Além de palavras-chave e posições, será necessário compreender:
- intenção de busca;
- entidades;
- autoridade;
- conteúdo original;
- dados;
- fontes;
- reputação;
- inteligência artificial;
- comportamento do consumidor.
A tendência é que SEO, conteúdo, PR e marca trabalhem cada vez mais próximos.
A fronteira entre essas disciplinas está ficando menos rígida.
O que acontece com as agências?
Para as agências, essa transformação representa uma oportunidade.
Durante anos, as empresas contrataram fornecedores diferentes para:
SEO + mídia paga + conteúdo + redes sociais + PR.
A busca generativa cria espaço para integrar essas disciplinas.
Uma estratégia moderna de presença digital precisa considerar não apenas onde a marca aparece, mas como ela é percebida, citada e recomendada.
É nesse contexto que o GEO ganha relevância.
Não como substituto do marketing que já existe.
Mas como uma nova camada.
GEO pode ser a próxima camada do marketing digital
O GEO ainda é uma disciplina relativamente nova.
Por isso, é importante evitar promessas exageradas.
Não existe uma técnica capaz de garantir que o ChatGPT, Gemini ou qualquer outro sistema irá recomendar determinada empresa.
O objetivo é outro.
É entender:
como os mecanismos generativos apresentam informações sobre uma marca, quais fontes utilizam, quais concorrentes aparecem e onde existem oportunidades de presença.
Para empresas que dependem de descoberta digital, essa análise tende a se tornar cada vez mais importante.
Porque o comportamento do consumidor está mudando.
E o lugar onde as decisões começam também.
A era do clique não acabou — mas ele deixou de ser suficiente
Os cliques continuam importantes.
Google continua sendo uma enorme fonte de tráfego.
Sites continuam precisando de visitantes.
Campanhas continuam precisando gerar conversões.
Mas existe uma mudança estrutural acontecendo.
Uma marca pode ser descoberta, avaliada e até considerada sem que o consumidor necessariamente siga o caminho tradicional até seu site.
Por isso, a pergunta do marketing está mudando.
Antes:
“Como gerar mais tráfego?”
Agora:
“Como garantir que minha marca esteja presente quando o consumidor fizer a pergunta que antecede a decisão?”
Essa mudança é maior do que uma atualização de algoritmo.
Ela representa uma transformação na própria arquitetura da descoberta digital.
E onde a MGAPress entra nessa transformação?
A MGAPress atua na interseção entre Relações Públicas, conteúdo, reputação e GEO.
A proposta é ajudar empresas a construir uma presença que não dependa exclusivamente de anúncios ou de posições nos mecanismos de busca.
Isso envolve gerar autoridade por meio de imprensa, especialistas, conteúdos, dados e referências externas e, ao mesmo tempo, acompanhar como a marca está sendo apresentada nos ambientes de inteligência artificial.
É uma evolução natural do trabalho de comunicação.
Porque, se o consumidor começa cada vez mais sua jornada fazendo perguntas para uma inteligência artificial, as marcas precisam começar a acompanhar uma nova métrica:
elas estão aparecendo na resposta?
Quer descobrir como sua marca aparece nas IAs?
A MGAPress pode realizar um diagnóstico da presença da sua empresa em mecanismos generativos e identificar oportunidades de GEO.
Conheça a estratégia de GEO da MGAPress →
Perguntas frequentes sobre GEO
O que é GEO?
GEO, ou Generative Engine Optimization, é o conjunto de estratégias utilizadas para aumentar a relevância e a presença de marcas, conteúdos e especialistas em mecanismos de inteligência artificial generativa.
GEO substitui SEO?
Não. SEO e GEO são complementares. O SEO continua trabalhando a visibilidade nos mecanismos de busca, enquanto o GEO amplia a estratégia para ambientes de respostas generativas.
Assessoria de imprensa ajuda no GEO?
Pode ajudar. A presença recorrente em veículos de comunicação, entrevistas, pesquisas e outras fontes externas contribui para construir um ecossistema de referências sobre a marca. Porém, nenhuma publicação garante que uma IA irá recomendar determinada empresa.
Como saber se minha empresa aparece no ChatGPT?
É possível criar um conjunto de perguntas estratégicas relacionadas ao mercado, aos produtos e aos concorrentes e testar como diferentes mecanismos generativos respondem. O ideal é repetir esse monitoramento ao longo do tempo.
GEO funciona para qualquer empresa?
O GEO pode ser relevante principalmente para empresas que dependem de descoberta, reputação, comparação e consideração antes da compra. A estratégia e os indicadores devem ser adaptados ao setor e ao comportamento do público.
Qual é a diferença entre SEO e GEO?
O SEO está tradicionalmente relacionado à visibilidade de páginas nos mecanismos de busca. O GEO considera a presença da marca dentro de respostas produzidas por mecanismos generativos, analisando menções, fontes, contexto, concorrentes e recomendações.
A pergunta que toda marca deveria começar a fazer
O marketing digital passou anos ensinando empresas a disputar posições, tráfego e cliques.
A inteligência artificial está adicionando uma nova camada a essa disputa.
Google AI Overviews, AI Mode, ChatGPT, Gemini e outras ferramentas estão transformando a maneira como as pessoas pesquisam, comparam alternativas e tomam decisões.
Isso não significa abandonar o SEO.
Significa ampliar a estratégia.
As empresas precisam continuar trabalhando seus sites, conteúdos, campanhas e canais de aquisição.
Mas precisam também começar a entender como suas marcas aparecem no novo ambiente de busca generativa.
É nesse espaço que o GEO surge.
Enquanto o SEO ajuda uma empresa a ser encontrada, o GEO busca entender como ela é considerada, citada e recomendada por mecanismos de inteligência artificial.
E, se o comportamento do consumidor continuar migrando para experiências cada vez mais conversacionais, essa diferença pode se tornar decisiva.
No futuro próximo, talvez a pergunta mais importante para uma marca não seja:
“Em que posição estou no Google?”
Mas:
“Quando meu público perguntar sobre o meu mercado para uma inteligência artificial, minha marca estará na resposta?”
É essa mudança que profissionais de marketing, comunicação e relações públicas precisam começar a acompanhar agora.