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Resumo executivo: esta semana concentrou lançamentos que, lidos juntos, mostram para onde o marketing está se deslocando. A Amazon começou a vender espaço publicitário dentro do ChatGPT. Caesars, Kalshi e McDonald’s transformaram a recusa à inteligência artificial em argumento criativo. Itaú e Natura provaram que patrocínio de festival não é mais estande. Old Navy divulgou número de negócio para justificar verba de creator. E a Campbell’s assumiu publicamente que 85% do seu working media vai para digital. Este texto separa os seis movimentos que importam e mostra o que cada um permite copiar já no próximo trimestre.
Como esta semana foi lida
Foram monitorados os lançamentos noticiados entre segunda, 7 de setembro, e sexta, 11 de setembro de 2026, na imprensa especializada brasileira e internacional. Entraram apenas campanhas com data de publicação confirmada dentro da janela. Ficaram de fora compilações sem data individual, peças anteriores à semana e casos em que não foi possível confirmar marca, praça ou mecânica.
O recorte não é de premiação, é de operação. A pergunta que organiza o texto não é qual campanha foi mais bonita, e sim qual decisão cada uma delas revela sobre orçamento, formato e canal.
Movimento 1: a recusa à IA virou posicionamento criativo vendável
O caso mais explícito veio da Caesars Sportsbook, em 9 de setembro. Para anunciar a reformulação do aplicativo, a marca transformou o ex-jogador do Green Bay Packers Clay Matthews em uma versão caricata e musculosa de si mesmo, com o trocadilho entre a reforma do produto e a reforma do rosto dele. A produção é o ponto: próteses e maquiagem prática, assinadas pela Legacy Effects, sem geração por IA. A agência Fellow Kids declarou a intenção em voz alta, dizendo que o mercado está afogado em conteúdo genérico produzido por máquina.
No mesmo dia, a Kalshi lançou o filme com Marshawn Lynch rodado em película 35 milímetros, com direção de Craig Gillespie e fotografia de Masanobu Takayanagi. Uma plataforma de mercados de previsão, categoria nova e sem lastro cultural, comprou credibilidade via aparato de cinema.
No Brasil, o McDonald’s fez o mesmo movimento com o retorno do McFish. A campanha assinada pela Galeria conta a volta do produto como uma expedição a uma cidade submersa, com estética de filme de autor e cenários físicos artesanais, miniaturas construídas à mão. A direção de criação verbalizou a tese: a IA tornou toda produção possível e, ao fazê-lo, produziu pasteurização e perda de originalidade.
Três marcas, três países, uma semana, a mesma jogada. Vale entender o que isso significa na prática.
A IA generativa deixou de ser diferencial e virou piso. Quando qualquer concorrente consegue gerar um filme aceitável em dois dias, o que passa a ter valor de escassez é o oposto: o que é visivelmente caro, visivelmente humano, visivelmente difícil de replicar. A produção artesanal virou sinal de investimento, e sinal de investimento sempre foi um dos vetores mais antigos de percepção de qualidade de marca.
O contraponto na mesma semana é honesto e precisa entrar na conversa. A Johnsonville lançou em 10 de setembro uma campanha que parodia propaganda eleitoral americana e usou IA generativa em fundos e elementos sem alarde nenhum. Ou seja: a IA não sumiu, ela desceu para a camada de produção invisível. O que está sendo recusado publicamente é a IA como estética, não a IA como ferramenta.
O que dá para levar: decida conscientemente onde sua marca fica nesse eixo. Usar IA para acelerar o que ninguém vê é eficiência. Usar IA no que aparece na tela é, hoje, uma escolha de posicionamento que comunica algo sobre quanto você investe. Nenhuma das duas é errada, mas tomar essa decisão por omissão é.
Movimento 2: um canal de mídia inteiramente novo abriu nesta semana
Em 10 de setembro, a Amazon começou a vender inventário publicitário do ChatGPT como serviço gerenciado dentro do seu DSP. Anunciantes compram por CPC ou CPM, os anúncios aparecem como unidades de texto e imagem abaixo das respostas do assistente, com selo de patrocínio, e a Amazon monta e otimiza a campanha enquanto a OpenAI controla a entrega. Existe também um formato de feed de produto que gera criativo automaticamente a partir do catálogo. Delta Vacations está entre as anunciantes do piloto, restrito por enquanto aos Estados Unidos.
Os números dimensionam o movimento. O negócio de anúncios do ChatGPT chegou recentemente à marca de 1 bilhão de dólares em receita anualizada, e dezenas de milhares de anunciantes já o utilizam. A operação publicitária da Amazon beirou 70 bilhões de dólares no último ano. O maior varejista do mundo passou a intermediar inventário dentro da interface conversacional que vem reescrevendo o comportamento de busca.
Para o mercado brasileiro, a leitura tem duas camadas. A primeira é de calendário: o piloto é americano, então não há decisão de compra a tomar aqui hoje. A segunda é de preparo, e essa é urgente. Quando esse inventário chegar, ele vai exigir que a informação de produto da marca esteja estruturada, atualizada e legível por máquina. Quem tratar isso como tarefa de última hora vai comprar mídia num canal em que a própria marca não sabe se apresentar.
O que dá para levar: colocar no plano de 2027 uma linha de teste para mídia em assistentes conversacionais e, antes disso, auditar se o catálogo, o site e os materiais de produto estão prontos para serem lidos e citados por um sistema de IA.
Movimento 3: as melhores ideias da semana são de mecânica, não de filme
Três lançamentos mostram a mesma lógica, com custos de produção muito diferentes entre si.
O Duolingo, em 8 de setembro, entrou na semana de moda de Nova York sem ser marca de moda. Lançou uma cápsula de roupas com nomes de grifes escritos foneticamente, do tipo bolsa “air-mess” para Hermès, com desfile em vídeo no YouTube, mídia exterior em Nova York e um pop-up de dois dias. A mecânica é o que interessa: para concorrer às peças, o visitante dava lance com o próprio streak do aplicativo. A marca transformou seu ativo de engajamento em moeda de participação. E sustentou a piada com dado proprietário, levantado com o YouGov: 62% dos americanos se dizem confiantes ao pronunciar Hermès e apenas 15% acertam.
A Tubi, em 10 de setembro, estreou sua primeira campanha global assinada pela Mischief. Além dos nove filmes, criou a TubiFone, uma linha telefônica em que o usuário escolhe a emoção que quer sentir e recebe recomendações de filme e série. Uma plataforma de streaming, ou seja, um negócio inteiramente algorítmico, ofereceu recomendação por telefone. O contraste é o conteúdo.
No Brasil, o exemplo mais replicável veio de onde menos se espera. A Bradesco Seguros, com AlmapBBDO na criação e Fluxxo no shopper, comprou telas digitais dentro da megaloja da Leroy Merlin na Marginal Tietê e ancorou o preço do seguro residencial comparando o custo diário a itens da própria loja, como parafusos e conexões de PVC. QR codes medem desempenho por ponto de venda. É mídia de varejo não endêmica bem resolvida: um serviço financeiro vendido dentro da jornada de cuidar da casa, no momento em que a pessoa já está pensando nisso.
O iFood fez algo da mesma família em 10 de setembro, ao montar dentro do aplicativo a lista curada “Os favoritos dos Lovatics”, com pratos inspirados nos gostos de Demi Lovato, que se apresentava no Rock in Rio. O canal principal da ação não é mídia paga, é merchandising dentro do próprio produto.
O que dá para levar: antes de aprovar mais um filme, pergunte qual ativo próprio da marca pode virar ingresso de participação. Base de pontos, streak, histórico de compra, área logada, tela de espera. Custa uma fração de uma produção e gera dado primário, que é exatamente o insumo que falta para qualquer projeto de personalização.
Movimento 4: patrocínio de festival deixou de ser estande
O Rock in Rio 2026 é o maior laboratório de live marketing do calendário brasileiro, com mais de 100 ativações e cerca de 8 mil horas de experiência de marca previstas para a edição. Dois casos desta semana mostram maturidade acima da média.
O Itaú, com a Galeria.ag, transformou a Cidade do Rock em um karaokê coletivo antes do show de Elton John, em 7 de setembro. A letra subiu nos telões, o instrumental tocou no sistema de som da arena e o público cantou junto, com a cena entrando na transmissão da TV Globo e se desdobrando em mídia exterior e envelopamento de VLT no Rio. O patrocinador máster, em 25 anos de parceria com o festival, não ativou apenas no seu espaço: capturou o momento de maior audiência do evento. Vale registrar o dado de negócio que sustenta esse investimento: a edição de 2024 movimentou 72,8 milhões de reais em operações financeiras.
A Natura, com NOW e Umana, foi na direção de formato. Gravou dentro da Cidade do Rock uma novela vertical de sete episódios, publicada no TikTok e no YouTube durante o próprio festival. As ativações da marca funcionam como cenário e motor da narrativa, e o reconhecimento entre as protagonistas acontece pelo perfume, o que transforma a inserção de produto em virada de roteiro. É a solução mais avançada da semana: conteúdo, ativação e mídia social resolvidos em uma única produção, feita em tempo real, no formato que mais cresceu nos últimos dois anos.
O que dá para levar: em qualquer patrocínio, separe o orçamento em duas perguntas distintas. A primeira é o que acontece no seu espaço. A segunda, muito mais valiosa, é o que a marca faz com o momento de maior audiência do evento, que quase nunca acontece dentro do seu espaço.
Movimento 5: creator com número de negócio ao lado
A Old Navy divulgou em 11 de setembro os resultados da sua primeira campanha de volta às aulas ancorada em um único creator, o MrBeast. Os números são incomuns porque conectam conteúdo a comportamento de compra: alta de 22% no tráfego online para a seção infantil da marca após o lançamento, mais de 100 milhões de visualizações globais no YouTube e 1,4 bilhão de impressões na plataforma. O contexto torna o dado mais interessante, não menos: as vendas comparáveis da rede caíram 4% no segundo trimestre de 2026. A marca está usando creator como alavanca de recuperação, não como enfeite de um ano bom.
No Brasil, dois casos mostram a versão madura da mesma ideia. A ALE Combustíveis, com a Layer Up, estruturou um squad de influenciadores regionalizado em sete estados, escolhendo por território de atuação antes de número de seguidores. Os resultados acumulados até julho de 2026 somam 12 milhões de pessoas alcançadas, 33 creators, mais de 300 conteúdos e 5 milhões de interações. A Mitsubishi, com a Africa Creative, transferiu a demonstração de produto para creators em contexto extremo, colocando a picape Triton em operações de resgate reais na rodovia Transamazônica, filmadas em primeira pessoa, com desdobramento em test drives nas concessionárias.
O padrão é claro. Nenhum dos três contratou o creator para ler um roteiro. Contrataram para entregar algo que a publicidade tradicional não consegue: alcance de audiência própria, capilaridade regional ou prova de desempenho em situação real.
O que dá para levar: qualquer verba de creator aprovada sem um indicador de negócio definido antes, e não apenas alcance e engajamento, é verba que não vai sobreviver à próxima revisão orçamentária.
Movimento 6: a realocação de verba ficou pública
A Campbell’s confirmou nesta semana uma reformulação de investimento em que cerca de 85% do working media vai para social, influência, comércio eletrônico e plataformas com IA. A verba deixou de ser distribuída de forma equilibrada pelo portfólio e passou a se concentrar nas marcas de maior crescimento. O pano de fundo é de pressão: as vendas líquidas da companhia caíram 8% na comparação anual no quarto trimestre fiscal de 2026 e 5% no ano fiscal, com o segmento de snacks recuando 6% em base orgânica.
Na direção oposta, a Adweek publicou em 9 de setembro um dado que serve de argumento para quem defende mídia ao vivo: o anúncio médio de temporada regular da NFL gerou o mesmo impacto que 73 anúncios em horário nobre de TV aberta, alta de 15% sobre a temporada anterior.
As duas informações não se contradizem. Elas descrevem a tesoura em que todo planejamento de 2027 vai ser feito: migração estrutural para canais mensuráveis de baixo custo unitário, somada a um prêmio crescente pelos poucos momentos que ainda reúnem audiência simultânea.
Tabela: o que cada caso oferece de reaproveitável
|
Marca |
País e data |
Mecânica central |
O que dá para copiar |
Custo relativo |
|
Duolingo |
EUA, 08/09 |
Streak do app como lance em leilão |
Ativo próprio virando ingresso |
Baixo |
|
Bradesco Seguros |
Brasil, 08/09 |
Preço ancorado em itens do varejista |
Mídia de varejo não endêmica |
Baixo |
|
Itaú |
Brasil, 07 e 08/09 |
Karaokê coletivo no palco principal |
Capturar o pico de audiência |
Médio |
|
Natura |
Brasil, 09/09 |
Novela vertical gravada no evento |
Conteúdo serializado no patrocínio |
Médio |
|
Tubi |
Global, 10/09 |
Hotline que recomenda por emoção |
Canal analógico contra algoritmo |
Médio |
|
Old Navy |
EUA, 11/09 |
Creator único com meta de tráfego |
Indicador de negócio no contrato |
Alto |
|
Caesars e Kalshi |
EUA, 09 e 10/09 |
Produção física declaradamente sem IA |
Artesanato como sinal de investimento |
Alto |
|
McDonald’s |
Brasil, 08/09 |
Cenários manuais para relançar produto |
Artesanato como sinal de investimento |
Alto |
|
Mitsubishi |
Brasil, 10/09 |
Creator em operação real de resgate |
Prova de produto fora do estúdio |
Médio |
|
ALE Combustíveis |
Brasil, 11/09 |
Squad regional por território |
Influência por praça, não por alcance |
Baixo |
|
Amazon e OpenAI |
EUA, 10/09 |
Anúncio dentro da resposta do ChatGPT |
Preparar dado de produto para IA |
A definir |
|
Campbell’s |
EUA, 08/09 |
85% do working media em digital |
Concentração por marca, não rateio |
Neutro |
Duas leituras de contexto que mudam a conversa
A primeira é sobre oportunismo cultural. Moça, iFood e Glamour Brasil capturaram em 10 de setembro a passagem de Demi Lovato pelo Rock in Rio. A ação da Moça resgata o momento viral em que a artista disse “brigadeiro” no lugar de “obrigada” em um show no Brasil, e virou a primeira parceria publicitária dela com marca brasileira feita exclusivamente para redes sociais. O que torna o caso legítimo é que o meme foi criado pela própria base de fãs. Marca que entra em um código cultural que o público construiu é reconhecida como participante. Marca que tenta criar o código sozinha costuma ser reconhecida como intrusa.
A segunda é sobre causa. A Hyundai lançou em 8 de setembro uma campanha do seu programa de apoio à oncologia pediátrica que tirou o carro do anúncio e desenhou aventais hospitalares temáticos para os pacientes, com 2 mil peças doadas a hospitais infantis e mecânica de doação ligada ao consumo de streaming na Amazon. O aprendizado não é sobre o tema, é sobre a construção: um programa com 28 anos de existência, ativo o ano inteiro, com produto físico entregue e mecânica de contribuição rastreável. É o oposto da adesão pontual de calendário, que expõe a marca ao risco reputacional de parecer aproveitamento de causa.
Checklist: dez perguntas para a reunião de segunda
- Qual dos seis movimentos acima descreve melhor o seu próximo trimestre?
- Onde a sua marca está no eixo da IA: produção invisível, estética declarada ou indefinição?
- Que ativo próprio da marca poderia virar ingresso de participação ainda este ano?
- O seu catálogo e o seu site estão legíveis para um assistente de IA citar?
- Nos patrocínios em curso, quanto da verba está no seu espaço e quanto está no pico de audiência do evento?
- Qual indicador de negócio está escrito no contrato do próximo creator?
- Existe alguma jornada de varejo em que a sua categoria faça sentido e você ainda não comprou mídia?
- A sua verba está rateada pelo portfólio ou concentrada onde há crescimento?
- Você tem um dado proprietário que sustente a próxima campanha, como o Duolingo teve?
- Se a campanha der certo, você conseguirá provar com número de negócio ou apenas com alcance?
Perguntas frequentes
Quais foram as principais campanhas de marketing lançadas na semana de 7 a 11 de setembro de 2026?
Entre os destaques estão Duolingo com uma cápsula de moda fonética em Nova York, Caesars Sportsbook e Kalshi com produção física sem IA, Tubi com sua primeira campanha global, Old Navy com resultados da parceria com MrBeast, e no Brasil Itaú e Natura no Rock in Rio, McDonald’s com o retorno do McFish, Bradesco Seguros dentro da Leroy Merlin, Smart Fit com novo posicionamento e Americanas com o mascote Azinho.
Qual foi a notícia de marketing mais relevante da semana?
A entrada da Amazon como vendedora de inventário publicitário dentro do ChatGPT, anunciada em 10 de setembro. É a abertura de um canal de mídia novo, com curva de aprendizado própria, e coloca o maior varejista do mundo como intermediário do espaço conversacional.
Por que várias marcas anunciaram que não usaram IA nas campanhas?
Porque a IA generativa deixou de ser diferencial e virou padrão. Quando qualquer concorrente produz um filme aceitável em dias, a produção física e artesanal passa a funcionar como sinal de investimento e de escassez, que é um vetor clássico de percepção de qualidade de marca.
O que o Rock in Rio 2026 ensinou sobre patrocínio?
Que o valor migrou do espaço físico para o momento. Itaú capturou o pico de audiência do festival com um karaokê coletivo transmitido na TV aberta, e a Natura produziu uma novela vertical dentro do evento, resolvendo conteúdo, ativação e mídia social em uma só produção.
Como justificar internamente investimento em creator?
Com indicador de negócio definido antes do contrato. A Old Navy divulgou alta de 22% no tráfego da seção infantil após a campanha com MrBeast, e esse tipo de número é o que sustenta a verba na revisão orçamentária, não alcance ou engajamento isolados.
O que é mídia de varejo não endêmica?
É quando uma marca de categoria diferente compra espaço publicitário dentro do ambiente de um varejista, físico ou digital, aproveitando o contexto de compra. O exemplo da semana foi a Bradesco Seguros anunciando seguro residencial nas telas da Leroy Merlin.
O que observar na próxima semana
Três fios ficaram abertos. O primeiro é se outros varejistas de grande porte seguirão a Amazon na intermediação de inventário conversacional. O segundo é como o mercado brasileiro vai tratar o Dia do Cliente, em 15 de setembro, que ainda não havia gerado cobertura criativa relevante até o fechamento desta semana. E o terceiro é se a recusa pública à IA se sustenta como posicionamento ou se esgota rápido, como costuma acontecer com qualquer diferencial que muitas marcas adotam ao mesmo tempo.
Fontes: Marketing Dive; Adweek; Little Black Book; Propmark; Meio & Mensagem; Adnews; Grandes Nomes da Propaganda; Acontecendo Aqui; Promoview. Levantamento referente aos lançamentos noticiados entre 7 e 11 de setembro de 2026.

