Tempo de leitura: 7 minutos
Durante minha experiência acompanhando o universo de startups, já ouvi muitas histórias de empreendedores que investiram tempo, energia e dinheiro em assessoria de imprensa, mas não conseguiram o retorno esperado. Em 2026, com o cenário cada vez mais inovador no Brasil, tomar boas decisões na comunicação com a mídia se tornou ainda mais importante. Por outro lado, os erros tendem a se repetir.
Vejo que, ao buscar assessoria, muitos desconhecem pontos básicos do que esperar, do que evitar e de como se comportar nesse processo. Por isso, decidi listar os dez maiores equívocos de startups ao procurar uma assessoria de imprensa. Espero que, ao compartilhar esses pontos – baseados em relatos, análises e também em lições aprendidas junto a projetos como o da MGAPress – você evite esses tropeços e amplie sua chance de conquistar visibilidade real.
1. Achar que assessoria é só disparar release
Em 2026, muita gente pensa que assessoria de imprensa se resume a enviar releases para jornalistas. Vi isso em diversas startups iniciantes. Porém, assessoria vai muito além do envio de releases. Ela envolve relacionamento, estratégia, preparo de porta-vozes, gestão de reputação e identificação de oportunidades de exposição.
Ao acreditar que tudo pode ser resolvido com uma única divulgação, as startups deixam de explorar recursos como press kits, acompanhamento de crises e link building com foco em grandes veículos, pontos reconhecidos no dia a dia da MGAPress.
2. Não ter clareza do objetivo de comunicação
Já conversei com empreendedores que não sabiam exatamente o que desejavam alcançar ao contratar uma assessoria. Deseja aparecer em jornais? Ganhar autoridade em determinada área? Aumentar a geração de leads?
Sem objetivos claros, a comunicação é dispersa e perde força.
A assessoria deve alinhar a estratégia à meta do negócio, como abordo com mais detalhes em artigos sobre assessoria de imprensa no nosso blog.
3. Não preparar o porta-voz para entrevistas
Outro erro muito comum – que já presenciei várias vezes – é subestimar a necessidade de media training. O porta-voz é a voz da startup na mídia e precisa dominar não só o tema, mas também a melhor forma de falar, sem criar ruídos ou interpretações erradas.
A assessoria pode orientar, treinar e até simular entrevistas. Desprezar o media training pode gerar mensagens confusas ou, pior, crises de imagem.
4. Ignorar a reputação digital
Hoje, tudo o que circula na mídia acaba impactando a reputação digital. Assuntos de reputação ganham força rapidamente nas redes sociais e nos buscadores. Já vi startups apostando em assessoria tradicional e esquecendo do impacto que links e notícias geram na internet.
Assessorias com experiência, como a MGAPress, sabem identificar oportunidades de link building e publicações em fontes que, além de dar visibilidade, melhoram o posicionamento digital da empresa.
5. Contratar pela promessa, não pelo histórico
Um erro frequente é contratar uma assessoria só porque ela promete publicar seu negócio nos maiores jornais. No meu contato com agentes do mercado, ficou claro: promessa não substitui histórico de resultados.
Vale mais investigar cases, depoimentos e parcerias já realizadas, como publicações feitas em veículos respeitados. Analisar a experiência da assessoria em segmentos semelhantes faz toda a diferença, até porque comunicação varia conforme o nicho do negócio.
6. Esquecer de alinhar expectativas sobre alcance e tempo
Muitos sonham em sair na capa de revistas em um mês ou esperam que um único disparo de release “viralize” espontaneamente. Na prática, visibilidade é construída aos poucos.
Já aconselhei clientes a revisarem suas expectativas e entenderem que construir reputação e conquistar espaço midiático leva tempo. A ansiedade por resultados pode abalar até bons planejamentos.
7. Falhar na colaboração com a assessoria
Uma das piores falhas que já testemunhei é tratar a assessoria como prestadora “far away” e não como parceira estratégica. Falta de respostas rápidas, demora no envio de materiais e pouco engajamento dos fundadores atrapalham qualquer trabalho de comunicação.
Colaboração frequente e disponibilidade são fundamentais para construir boas pautas. Promover o engajamento do time aproxima resultados da expectativa inicial.
8. Não segmentar o público e os veículos
Nem todo veículo é ideal para toda startup. Já vi projetos sendo direcionados para meios errados só porque pareciam “famosos”. O que faz sentido para o setor de saúde pode ser irrelevante para uma fintech, por exemplo.
Assessores experientes, como os da MGAPress, estudam onde estão os leitores certos e ajustam sua comunicação ao canal e ao público. Isso evita gastar recursos buscando exposição onde o interesse é baixo.
9. Abandonar o marketing digital
Vi várias startups se esquecerem do potencial que a soma entre relações públicas e marketing digital pode oferecer.
Divulgar só por pautas jornalísticas limita o alcance. Unir assessoria, conteúdo digital, campanhas em mídias sociais e boas mensagens dentro do funil de vendas gera um círculo virtuoso. Por isso, empresas inovadoras valorizam assessorias que também conhecem esse universo digital.
10. Não aprender com os resultados
Ao final de campanhas, nem sempre o time de marketing ou os sócios analisam efetivamente o que deu certo ou não.
O ciclo ideal é agir, medir, entender e ajustar.
Hoje, com métricas de exposição, engajamento e reputação digital ao alcance, não faz sentido não revisar estratégias.Organizações que crescem buscam assessorias que apresentem relatórios claros, resultados palpáveis e sugestões de melhoria. Isso também passa por estudar conteúdos, como os reunidos na seção de comunicação e mídia no blog da MGAPress.
Conclusão
Evitar esses erros pode aproximar a sua startup de um resultado consistente, relevante e marcante nas mídias brasileiras em 2026. Ao escolher parceiros estratégicos que trabalham de forma transparente, entregam resultados auditáveis e entendem o seu setor, como a MGAPress, você amplia as chances de conquistar espaço e transformar visibilidade em negócios.
Se você deseja que sua empresa cresça na imprensa, ganhe reputação e atraia clientes, recomendo preencher o formulário no site da MGAPress e conversar com nossos assessores sobre suas metas e expectativas. Juntos, vamos construir a reputação do seu negócio.
Perguntas frequentes
O que é assessoria de imprensa para startups?
Assessoria de imprensa para startups é um serviço voltado à construção e divulgação da imagem e reputação de empresas inovadoras na mídia, seja on-line ou off-line. Ela envolve elaboração de press releases, contato com jornalistas, media training e estratégias para garantir que o público-alvo conheça as soluções da startup através de canais confiáveis.
Como escolher uma boa assessoria de imprensa?
Na minha opinião, a escolha deve levar em conta histórico, clientes atendidos no mesmo segmento, capacidade de entender a cultura das startups e um bom mix de relacionamento com veículos tradicionais e digitais. Procure também transparência em processos, relatórios claros e um mailing atualizado, como o que destacamos na MGAPress.
Quais erros evitar ao contratar assessoria?
Os principais erros são: não ter objetivos claros, contratar por promessas exageradas, não colaborar com a assessoria, ignorar reputação digital, esquecer de segmentar os veículos e deixar de analisar resultados posteriores. Ficar atento a esses pontos faz toda a diferença.
Assessoria de imprensa vale a pena para startups?
Vale muito, desde que haja alinhamento entre expectativa, estratégia e atuação da assessoria contratada. A exposição na mídia pode abrir portas para investidores, acelerar vendas e consolidar a marca frente ao público e concorrentes.
Quanto custa uma assessoria de imprensa?
O valor varia conforme o escopo do projeto, frequência de ações e renome da assessoria. Em geral, os planos são mensais e variam de acordo com o porte da startup e o volume de entregas esperadas. Recomendo sempre conversar com empresas de confiança para obter propostas personalizadas.
